Consultoria Processos, requisitos e arquitetura, antes de desenvolver ou adquirir. Desenvolvimento à medida Plataformas web e backoffices pensados para a forma como as suas equipas trabalham. Implementação e integração Sistemas que funcionam em conjunto, com os dados registados uma só vez. Manutenção e suporte Sistemas seguros e atualizados, com manutenção corretiva e evolutiva.
Sistemas de informação para entidades públicas e privadas. Todos os serviços
Serviços de IA Diagnóstico, assistentes, automação documental, formação e operação. Integração MCP Como a IA se liga aos seus sistemas, com permissões e registo de auditoria. IA na Europa Onde os seus dados são processados e que modelos utilizamos. Programa de fundadores Diagnóstico gratuito e uma prova de conceito paga no fim.
Casos de uso com demonstrações guiadas, por sector. Todos os casos de uso
Auditoria de código-fonte Falhas de segurança encontradas no código, cada uma confirmada por uma pessoa. Testes de penetração Aplicações web, APIs, infraestruturas e apps móveis, testadas como um atacante faria. Correções e reteste Corrigimos as falhas ou apoiamos a sua equipa, e retestamos até ficarem fechadas. NIS2 e resposta a incidentes Apoio no Regime Jurídico da Cibersegurança, e 24/7 por contrato.
Ver um relatório de exemplo Todos os serviços de cibersegurança
Fale connosco hello@datapoint.software

Testes de penetração

Testar as defesas com os métodos de quem ataca.

Atacamos as suas aplicações, APIs e infraestruturas como um atacante faria, mas com autorização, dentro de um âmbito e de janelas acordados, e com o objetivo de fechar cada falha que encontrarmos.

  • Autorização escrita
  • Janelas acordadas
  • Reteste incluído

Para decisores

O que é um teste de penetração, em linguagem simples.

É um ataque controlado e autorizado, feito para descobrir o que um atacante real conseguiria fazer, antes de ele tentar.

  • Mostra o risco real. Não basta saber que uma falha existe: o teste mostra até onde se chega com ela.
  • Testa o conjunto. Aplicação, servidor, configuração e integrações, tal como estão em funcionamento.
  • É feito com regras. Âmbito, janelas, contactos e condições de paragem acordados por escrito.
  • Termina com as falhas fechadas. O reteste confirma que as correções resultaram.
  • Aplicações e APIs

    Portais, backoffices e APIs REST ou GraphQL.

  • Infraestruturas

    Perímetro externo, rede interna e diretório.

  • Aplicações móveis

    Apps Android e iOS e as APIs de que dependem.

  • Com reteste

    Confirmação de que cada falha ficou fechada.

O que testamos

Três tipos de teste, uma só metodologia.

  • Aplicações web e APIs

    Seguimos o guia de testes OWASP (WSTG) para aplicações web e o OWASP API Security Top 10 para APIs.

    • Autenticação, sessões e recuperação de conta
    • Permissões entre utilizadores e perfis
    • Injeção, validação e envio de ficheiros
    • Lógica de negócio e limites de utilização
  • Infraestruturas

    Avaliamos o que está exposto à Internet e, com acesso à rede, o que um atacante conseguiria fazer a partir de dentro.

    • Serviços expostos e versões vulneráveis
    • Acessos remotos e VPN
    • Active Directory e Microsoft Entra ID
    • Configurações, palavras-passe e segmentação
  • Aplicações móveis

    Seguimos o guia de testes OWASP para aplicações móveis (MASTG), em Android e iOS.

    • Dados guardados no dispositivo
    • Comunicações e certificados
    • Proteção do código da app
    • APIs de suporte

Abordagens

Quanto sabemos antes de começar.

A abordagem define a informação que nos dá à partida. A caixa cinzenta é a que recomendamos na maioria dos casos.

AbordagemO que sabemosQuando usar
Caixa pretaApenas o endereço do sistema, como um atacante externo.Para medir a exposição a quem não tem qualquer acesso.
Caixa cinzentaContas de teste com os perfis habituais e documentação básica.Recomendada: cobre mais em menos tempo e testa as permissões entre utilizadores.
Caixa brancaAcesso ao código e à arquitetura, em conjunto com uma auditoria de código.Para sistemas críticos, onde se quer a cobertura mais completa.

Como decorre um teste

Do âmbito ao reteste, sempre em contacto.

  1. Âmbito e autorização

    Sistemas, endereços, contas de teste, janelas e contactos acordados e autorizados por escrito.

    1 semana

  2. Reconhecimento

    Levantamento do que está exposto: serviços, versões, tecnologias e pontos de entrada.

    1 a 2 dias

  3. Testes

    Testes automáticos e manuais, guiados pelas metodologias OWASP e pelo que o reconhecimento revelou.

    3 a 10 dias

  4. Confirmação

    Cada falha é confirmada sem causar dano; uma falha crítica é comunicada no próprio dia.

    Durante os testes

  5. Relatório

    Achados por gravidade, com provas, a narrativa do ataque e as correções propostas.

    1 semana

  6. Reteste

    Depois das correções, confirmamos que cada falha ficou fechada.

    1 a 3 dias

Regras de execução

Atacar com cuidado também é uma competência.

As regras ficam escritas antes do primeiro teste e protegem o seu serviço, os seus dados e as pessoas que os usam.

  • Autorização escrita do responsável pelo sistema e, quando os termos o exigem, do fornecedor de alojamento.
  • Âmbito fechado: só os endereços, as aplicações e as contas acordados.
  • Janelas combinadas para os testes mais intrusivos, de preferência em ambientes de teste.
  • Contacto de emergência de ambos os lados durante toda a execução.
  • Condições de paragem: paramos de imediato se nos for pedido ou se o serviço for afetado.
  • Sem dados reais em risco: não copiamos dados pessoais além do mínimo necessário para provar a falha.
  • Limpeza no fim: contas, ficheiros e alterações de teste são removidos e confirmados.
  • Autorização

    Nada é testado sem autorização escrita.

  • Janelas

    Os testes intrusivos têm hora marcada.

  • Contacto direto

    Uma pessoa disponível durante a execução.

  • Confidencialidade

    Achados e provas tratados na UE.

Ferramentas

Ferramentas abertas, análise feita por pessoas.

Usamos ferramentas de código aberto reconhecidas para cobrir o essencial depressa. O que distingue um teste é o trabalho manual que vem a seguir.

  • As ferramentas encontram candidatos; as pessoas confirmam, encadeiam falhas e avaliam o impacto real.
  • A lógica de negócio e as permissões entre utilizadores só se testam à mão.
  • Cada achado é reproduzido antes de entrar no relatório, sem listas de falsos positivos.
  • ZAP

    Testes a aplicações web e APIs.

  • Nmap

    Descoberta de sistemas e serviços.

  • Nuclei

    Falhas conhecidas e configurações inseguras.

  • sqlmap

    Confirmação de injeção de SQL.

  • MobSF

    Análise de aplicações móveis.

  • IA com revisão humana

    Apoio na análise, sempre confirmado por uma pessoa.

O que recebe

Um relatório que conta como o ataque aconteceria.

Para cada falha importante, mostramos o caminho de um atacante, passo a passo, e como o fechar. Veja como é um relatório completo.

Pedir um teste

  • Resumo executivo para a direção, com o nível de risco e as prioridades.
  • Narrativa do ataque para as falhas críticas: do primeiro acesso ao impacto.
  • Relatório técnico com provas, gravidade medida com CVSS 4.0 e correções propostas.
  • Correções feitas por nós ou pela sua equipa ou fornecedor, à sua escolha.
  • Reteste e relatório final com o estado de cada achado.

Perguntas frequentes

Sobre os testes de penetração.

Os testes podem parar o serviço?

Planeamos tudo para que não aconteça. Os testes mais intrusivos são feitos em ambientes de teste ou em janelas combinadas, há sempre um contacto direto e paramos de imediato se o serviço for afetado.

Testam em produção?

Quando é necessário, sim, com cuidados adicionais: testes menos intrusivos, janelas fora das horas de maior utilização e contas criadas para o efeito. Sempre que existe um ambiente de teste igual ao de produção, preferimos usá-lo.

Temos de avisar o fornecedor de alojamento?

Depende dos termos do seu fornecedor. Alguns exigem aviso ou autorização prévia para testes de segurança. Verificamos isso consigo durante a definição do âmbito.

O que acontece se encontrarem uma falha crítica?

Comunicamos de imediato, no próprio dia, sem esperar pelo relatório. Combinamos consigo as medidas urgentes e, se quiser, ajudamos a aplicá-las.

Com que frequência devemos fazer testes de penetração?

Pelo menos uma vez por ano e depois de cada alteração importante, como uma nova versão, uma nova integração ou uma mudança de alojamento. A subscrição anual cobre este calendário.

Quer saber até onde chegaria um atacante?

Conte-nos que sistemas quer testar e propomos um âmbito, uma abordagem e um preço fechados.

Acessibilidade

Leitura em voz alta

Tamanho do texto

100%

Visualização

Movimento e navegação

Declaração de acessibilidade
Fale connosco